II ENCONTRO


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FOTOS

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II Encontro Brasileiro de Educomunicação

II Encontro Brasileiro de Educomunicação

SESSÃO DE ABERTURA



SESSÃO DE ABERTURA

SESSÃO DE ABERTURA

SESSÃO DE ABERTURA

Abertura fotos

Abertura fotos

Painel I – Educomunicação no espaço das políticas públicas: utopia ou realidade?



PAINEL I

Educomunicação no espaço das políticas públicas: utopia ou realidade?

Coordenação - Irene Machado, docente da Licenciatura em Educomunicação

PAINEL I – Educomunicação no espaço das políticas públicas: utopia ou realidade?

PAINEL I  – Educomunicação no espaço das políticas públicas: utopia ou realidade?

Painel I – fotos

Painel I – fotos

PAINEL II - mídia e tecnologia no espaço educativo: a perspectiva da educomunicação


PAINEL II

Educomunicação no espaço das políticas públicas: utopia ou realidade?

Coordenação - Lucilene Cury, docente da Licenciatura em Educomunicação.

Painel II

Painel II

Painel 2 - fotos

Painel 2 - fotos

PAINEL III - a interface comunicação e educação, na uniVersidade: Pesquisa e extensão


PAINEL III

A interface comunicação e educação, na universidade: pesquisa e extensão

Coordenação - Cláudia Mongadouro, pesquisadora de NCE, representando Dilma de Melo Silva, docente da Licenciatura em Educomunicação

Painel III

Painel III

Painel 3 - fotos

Painel 3 - fotos

PAINEL IV


PAINEL IV

O Profissional da educomunicação

Coordenação - Ricardo Alexino Ferreira, docente da Licenciatura em Educomunicação

Painel IV

Painel IV

Painel 4 - fotos

Painel 4 - fotos

Painel V


PAINEL V

A licenciatura em educomunicação

Coordenação - Ferdinando Martins, docente da Licenciatura em Educomunicação

PAINEL V

PAINEL V

Fotos - painel 5

Fotos - painel 5

Cobertura Jovem

Cobertura Jovem

terça-feira, 19 de outubro de 2010

CartaCapital - Carta na Escola

Novo curso de comunicação educativa Ricardo Carvalho 8 de outubro de 2010 às 15:49h A Escola de Comunicação e Artes da USP cria a primeira graduação em Educomunicação A Escola de Comunicação e Artes da Universidade- de São Paulo (ECA-USP) será a primeira a ministrar um curso de licenciatura em Educomunicação no Brasil. A criação de uma graduação específica para a área revela o enorme impacto das novas tecnologias da comunicação na aprendizagem. A USP prevê que o educomunicador atue em dois ramos: nas escolas de educação básica, nas funções de professor de comunicação ou assessor de projetos pedagógicos que englobem mídias como jornal, internet, cinema, tevê e rádio, ou ainda como consultor de ações educacionais em empresas e ONGs. Ismar Soares, chefe do Departamento de Comunicação e Artes da ECA, ao qual a nova graduação estará vinculada, afirma que, hoje, os educadores devem trabalhar com um novo “paradigma educacional”, que tem o aluno como ator principal da aquisição de conhecimento. “Hoje, as crianças são cúmplices do processo”, afirma. O diretor diz que, no Ensino Básico, o educomunicador poderá atuar como gestor de processos comunicativos. “Ele será um mediador; um assessor da escola que colaborará com professores e alunos para que ocorra o diálogo com as mais diversas mídias.” Para tanto, o currículo do curso foi estruturado focando o domínio dessas tecnologias, como internet, rádio e televisão. Além do mais, parte da grade horária estará a cargo da Faculdade de Educação (Feusp), responsável pelas teorias e práticas de ensino. Soares explica que o papel do profissional nas escolas não estará ligado à educação formal. “Dentro do sistema escolar, o foco da educomunicação não é exatamente no conteúdo programático. A educação formal transmite conteúdos, enquanto a educomunicação está voltada na relação de vários ambientes, entre eles a escola, que pode ser mais democrática se aproveitar melhor o fluxo de comunicação entre seus alunos”, comenta. NOVO NOME, PRÁTICA ANTIGA Apesar de ser o primeiro curso de graduação no País, o uso pedagógico de tecnologias multimídia na educação é prática antiga. “A ECA não inventou a educomunicação, apenas deu um nome ao que já se fazia”, definiu Soares. Ele revela que, no Brasil, as primeiras experiências na área remetem à década de 50 e 60, no chamado Movimento de Educação de Base (MEB). Iniciativa- dos -setores mais progressistas da Igreja Católica, o MEB utilizava emissoras de rádio localizadas, principalmente, em capitais do Nordeste e transmitia uma programação educativa para o interior. “Um grupo de mediadores estava disseminado pelo Sertão e fazia a escuta e capacitava os agricultores em alfabetização”, explica Soares. Parte dos movimentos sociais e de cultura pré-golpe de 1964, como o Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes, o MEB pretendia ter 15 mil rádio postos espalhados pelo País. Entretanto, a meta não foi atingida e a proposta acabou desarticulada pelo regime militar. Sandra Pereira Tosta, coorganizadora do livro Do MEB à WEB – O rádio na educação, ressalta que projetos como o MEB foram precursores das práticas hoje denominadas educomunicação e tiveram base na pedagogia de Paulo Freire. “Ele (Paulo Freire) rompe ao propor uma educação libertadora, longe de uma proposta de educação profissional. Além do mais, para uma educação crítica, ele propõe a incorporação dos meios de comunicação”, diz Sandra. Em relação à primeira graduação em Educomunicação no Brasil, a autora mostra-se otimista. “É uma iniciativa mais do que oportuna, arrojada e ousada. É um projeto sintonizado com a sociedade em que vivemos hoje, a sociedade midiática.” Assim como Soares, Sandra destaca a importância do protagonismo do aluno. “Os meios de comunicação permitem que as pessoas possam ser criadoras de informação. Além do mais, é impossível não reconhecer o papel formador das mídias na atualidade.” EDUCOMUNICAR NA ESCOLA A criação de uma graduação específica para educomunicação vem em resposta a uma demanda já existente nas instituições de ensino, principalmente a partir da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que abriu a possibilidade de abordagem para as áreas de mídia e comunicação, principalmente, no Ensino Médio. Soares explica que, nos últimos anos, algumas iniciativas já trabalham com o conceito. É o caso, por exemplo, do Projeto Educom.rádio, promovido entre 2001 e 2004 na rede municipal de ensino de São Paulo. Durante o projeto, ocorreu a formação de professores, com parceria do Núcleo de Comunicação e Educação da ECA, e foram enviados 250 kits de rádio para unidades da rede. A experiência culminou com a criação, em 2004, da Lei Educom, que prevê a inclusão de práticas educomunicativas nos planejamentos anuais das secretarias municipais de Cultura, Saúde, Esportes, Lazer e Recreação, do Verde e Meio Ambiente e, em especial, de Educação. Hoje, a educomunicação faz parte do cotidiano das escolas municipais, por meio dos projetos Imprensa Jovem e Nas Ondas do Rádio. O coordenador do Projeto Nas Ondas do Rádio, Carlos Alberto Mendes de Lima, diz que a regulamentação surgiu “da própria experiência nas escolas públicas”. Segundo Lima, o Nas Ondas do Rádio atende à Lei Educom, uma vez que consiste na “formação do professor e na potencialização de ações nas escolas com o objetivo de promover o protagonismo infanto–juvenil”. Nascido da experiência com o rádio, o projeto hoje engloba diversas outras mídias, utilizando-se principalmente da abrangência de ferramentas da internet, como blogs, Twitter e recursos audiovisuais. O protagonismo dos alunos é evidente no trabalho de cobertura jornalística realizado por estudantes da rede municipal em grandes eventos sediados na capital paulista, como a Campus Party e, mais recentemente, a Bienal do Livro. Mendes de Lima considera que as escolas precisam de profissionais com conhecimento para usar a educomunicação visando facilitar o acesso à informação. “Ter um curso específico é muito importante não só para a escola como para toda a sociedade. O educomunicador pode, por exemplo, desenvolver projetos em ONGs e secretarias na gestão e formação de comunicadores comunitários dentro das instituições”, finaliza. O ingresso para a licenciatura em Educomunicação será realizado por meio do vestibular da Fuvest, com 30 vagas no período noturno.

Seminário Infância e Comunicação, em Brasília

Itamaraty, a UNESCO e o Ibict, com o apoio do Programa Nacional de Banda Larga e da Secretaria de Direitos Humanos, promovem, em Brasília, no dia 16 de novembro de 2010, o Seminário Internacional sobre "Crianças e Internet: desafios e oportunidades na sociedade da informação". A proposta é realizar um debate abrangente sobre como identificar e minimizar os riscos associados ao uso da internet por crianças e adolescentes, que, com a expansão da banda larga no Brasil, tendem a ser um problema de toda a sociedade. Estarão em foco não apenas o tema da exploração sexual, mas também questões como "bulling" ou intimidação, violação de privacidade, super exposição a marketing e a discursos de ódio etc. O seminário buscará também de identificar e maximizar as oportunidades que a Internet abre para o exercício de direitos como a comunicação, o acesso ao conhecimento, a produção cultural, a participação política etc.
Informações com Livia Sobota, Divisão da Sociedade da Informação do Ministério das Relações Exteriores (Esplanada dos Ministérios, Bloco H, Anexo I, Sala 540 - 70170-900 - Brasília / DF) ou pelo blog http://culturadigital.br/gisi/2010/10/01/1611-seminario-sobre-criancas-e-internet/.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Educomunicador estimula a circulação da informação

Educomunicador estimula a circulação da informação (20/09/2010)

 - Nas escolas municipais, projeto já permite que alunos criem suas mídias.

 Você já ouviu falar em um educomunicador? Se a resposta é "não", fique tranquilo. O profissional ainda é desconhecido também pelas empresas.
O educomunicador é o responsável pela gestão de projetos que unem comunicação e educação. Ele pode trabalhar em escolas, no terceiro setor, em empresas de mídia e com pesquisa.
Na TV USP, o programa "Quarto Mundo" é um exemplo de projeto educomunicativo, em que estudantes do ensino médio e profissionais de comunicação atuam juntos. Os alunos fazem desde a pauta até a edição do programa de TV. "A comunicação passa a ser um elemento de todo mundo, ela dá voz ao aluno e ao educador", diz Carlos Alberto Mendes. Ele preside o comitê que implementa uma lei municipal que institui a educomunicação nas escolas públicas de São Paulo.
A partir da lei, foi criado o programa Educomunicação pelas Ondas do Rádio, que estimula a produção de programas de rádio e TV, blogs e jornais comunitários, entre outras formas de mídia, nas escolas municipais. Para João Alegria, 46, gerente de programação, jornalismo e engenharia do Canal Futura, o fato de o mercado de atuação do educomunicador estar em construção não é um empecilho para a formação dos novos profissionais também nas empresas. Ana Paula Chinelli, 30, diretora de jornalismo da TV USP, diz que, como esse é um campo novo, é preciso "criar conceitos do zero".
A USP criou o curso de licenciatura na área neste ano e passará a oferecer vagas já para 2011. "O professor de comunicação é uma demanda [nas unidades educacionais]", diz Ismar Soares, coordenador do curso. Mas a universidade paulista não foi a pioneira. Neste ano, a UFCG (federal de Campina Grande, na Paraíba) iniciou as atividades do curso de bacharelado em educomunicação.
A aluna Ana Caroline Araújo, 19, conta que, por ser um curso recente, existem dificuldades. "Tudo o que é novo sofre preconceito", diz. (ANA PAULA ANJOS) FOLHA.com Ouça entrevista com João Alegria, do Canal Futura folha.com.br/mm798002 Fonte: Folha de S.Paulo

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Painel I – Educomunicação no espaço das políticas públicas: utopia ou realidade?


No Painel de Educomunicação no Espaço das Políticas Públicas assistimos a apresentação do Professor Carlos Alberto Mendes que mostrou um vídeo sobre o trabalho do Educom onde dois alunos disseram que melhoraram muito depois que participaram do projeto.
Mostrou o histórico do projeto e como está acontecendo a formação dos Educomunicadores no Projeto na Ondas do Rádio, e também sobre a integração das TICs no projeto

Joyce Cirilo Lima
Jovem Educomunicadora
EMEF Professor Henrique Mélega


Ana Julia Campos – Pós-graduanda no ILCE – Instituto Latinoamericano de Comunicación Educativa que apresentou o Tema “A experiência de pesquisa em educomunicação no México” também nos concedeu entrevista e nos falou sobre seu interesse em educomunicação.
Jovem educomunicadora Barbara Sales Neves

EMEF Professor Henrique Mélega - Professora Regina Gavassa


terça-feira, 24 de agosto de 2010

Entrevista com Professora Maria Aparecida Baccega

Após o III Painel conversamos com Maria Aparecida Baccega  Professora do Programa de Pós-Graduação da ESPM e ganhadora do Prêmio Mariazinha Fusari de Educomunicação que nos concedeu uma entrevista exclusiva.


Produzido pela jovens educomunicadoras Joyce, Jaqueline e Barbara
EMEF Professor Henrique Mélega - Professora Regina Gavassa

Painel III - A interface comunicação e educação na universidade

Começamos o dia de hoje com um café da manhã servido pela organização do Evento.

O terceiro Painel começou por volta de 9:30 h e discutiu o tema A interface comunicação e educação na universidade: pesquisa e extensão.

Maria Aparecida Baccega, professora do programa de pós graduação da ESPM falou sobre sua atuação na revista Comunicação e Educação da ECA/USP. Ela começou a falar sobre a revista comunicação e educação. Afirmou que existe um espaço construído entre educação e comunicação e que o mundo nos chega editado através da tecnologia.

Após sua fala, começamos a pensar que estamos neste momento enviando o mundo editado por nós para todos que estão lendo nossas postagens.

Produzido pelas jovens educomunicadoras: Joyce, Barbara e Jaqueline.
EMEF Professor Henrique Mélega - Professora Regina Gavassa

Entrevista com Alexandre Sayad - Rede CEP - Comunicação, Educação e Participação

Entrevistamos Alexandre Sayad da Rede CEP que falou sobre "A Educomunicação no programa Ensino Médio inovador do MEC e vamos tentar falar um pouquinho sobre o que ele disse. Joyce começou a entrevista perguntando qual a função do MEC para a implantação da Educomunicação na escola.

Ele nos disse que é importante que as escolas trabalhem com mídia e comunicação.

Depois perguntamos a ele se isto começou no ensino médio.

Ele nos explicou que começou com o  fundamental, agora foi para o médio. Tem muita coisa para fazer tanto no médio quanto no fundamental. Nenhum dos dois é uma coisa resolvida .

Jovens Educomunicadores
Joyce Cirilo Lima
EMEF Prof. Henrique Mélega

Entrevistamos a professora Liana Gottlieb ganhadora do Prêmio Mariazinha Fisari de Educomunicação. Que nos falou sobre "Comunicação não violenta"


Produzido pelas Jovens Educomunicadoras Joyce, Barbara e Jaqueline
Emef Prof Henrique Mélega - Professora Regina Gavassa

Entrevista com Prof. Dr. Ismar de Oliveira Soares

Entrevistamos o Prof Dr. Ismar de Oliveira Soares Coordenador do Evento - Chefe do CCA-ECA-USP e Coordenador do NCE-USP que nos falou sobre como começou seu interesse em Educomunicação.

Jovens educomunicadoras Joyce, Patrícia e Barbara
EMEF Professor Henrique Mélega - Professora Regina Gavassa


Os adolescentes da Fundhas participam da cobertura do II Encontro Brasileiro de Educomunicação.



Adolescentes da Fundação Hélio Augusto de Souza, de São José dos Campos, participam do evento exercendo seus conhecimentos adquiridos durante a formação no curso de Educomunicação, oferecido pela parceria do NCE-USP e Fundhas.


 

Entrevistas em Audio realizadas no dia 23/08/2010

O dia de ontem foi bem corrido, mas bem legal. Mal tivemos tempo de baixar o áudio das entrevistas  que fizemos com  várias personalidades. Ouçam o áudio de entrevista exclusiva concedida  pelas professoras Patricia Nunes e Maria Lucia da Universidade de Madrid - Espanha  às jovens educomunicadoras.

Produzido por Jovens Educomunicadoras Barbara, Joyce e Jaqueline - EMEF Professor Henrique Mélega - Prof. Regina Gavassa


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Cobertura do II Encontro de Educomunicação

Nós, da EMEF Prof. Henrique Mélega, estamos hoje, dia 23 de agosto, fazendo a cobertura jornalística do ll Encontro Brasileiro de Educomunicação, na USP (Universidade de São Paulo).

Utilizamos três meios de transporte: ônibus, metrô e táxi e foram três horas até a Cidade Universitária.

Ao chegarmos,  estava acontecendo a entrega do prêmio Mariazinha Fusari. Seus ganhadores foram:  Maria Aparecida Baccega, Eliany Salvatierra, José Coelho Sobrinho, Liana Gottlieb.


A entrega dos prêmios foi feita por prof. Dr Adilson Citelli, Carlos Lima, Profa Dra Patricia Horta e o prof. Dr Ismar Oliveira. Depois da entrega, aconteceu a palestra de Flávia Rossi com o tema "A Educomunicação como Política Pública e Novo Campo de Trabalho".

E neste momento, está acontecendo o Painel I - "Educomunicação no Espaço das Políticas Públicas" com Guilherme Canela da UNESCO, Alexandre Sayad da REDE CEP, Carlos Alberto Mendes do Programa de Educomunicação da Prefeitura de São Paulo e Sandro Ilídio da Silva da FUNDHAS.

Matéria produzida pelas jovens educomunicadores Joyce, Jaqueline e Barbara da EMEF Prof. Henrique Mélega.

domingo, 22 de agosto de 2010

Os jovens educomunicadores terão o site abaixo para postar suas produções durante o ENCONTRO:



Durante o II Encontro todos terão acesso à Internet no Laboratório de Informática,  entrando em:


Login: guesteca@usp.br

Senha: ECA@(crp

II Encontro terá transmissão on line

Tem início, hoje, 23 de agosto, na ECA/USP, às 9hs da manhã, o II Encontro Brasileiro de Educomunicação. São 120 participantes aos quais se soma um grupo de 19 adolescentes e jovens de três instituições (Revista Viração, Prefeitura de São Paulo e FUNDHAS) que fará a "cobertura educomunicativa" assistido por mestrandos e doutorandos do programa de Pós-Graduação da ECA/USP.

A produção destes jovens será publicada no site:
ficará todo o material bruto para futuras edições.
O evento será transmitidos on line pela IPTV da USP e poderá ser assistido diretamente na página de entrada do site do Departamento de Comunicações e Artes, da ECA-USP: www.cca.eca.usp.br

O seminário conta, na abertura, com um palestra de Flavia Rossi, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Biodeiversidade do Ministério do Meio Ambiente, falando sobre a educomunicação como política pública e o novo campo de trabalho.

Na sequência, cinco painéis debaterão as demandas e expectativas da sociedade civil em relação ao novo curso de Licenciatura criado pela USP no campo da Educomunicação.